REPRESENTANTE DA RENAST RECEBE DO CEREST-CG, EM BRASÍLIA, NRs EM CORDÉIS

        
      A coordenadora da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador – RENAST, Karla Baêta e o pesquisador Luiz Carlos Fadel de Vasconcelos, receberam do Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador de Campina Grande – CEREST-CG, o kit contendo as 36 Normas Regulamentadoras do Trabalho, em verso.

    A entrega aconteceu durante a 1ª Jornada Nacional de Saúde do Trabalhador e Trabalhadora, ocorrida em  Brasília, no período de 18 a 20 do corrente mês, tendo sido feita pela coordenadora do CEREST e conselheira do Conselho Municipal de Saúde de Campina Grande/PB, Anna Karla Souto Maior,
     O Projeto NRs em Cordel, feito em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT/PB) e o CEREST-CG, oportuniza os trabalhadores e empregadores de um modo geral, a receberem informações em verso e poesia sobre os conteúdos das Normas Regulamentadoras, segundo Anna Karla.
       As NRs em cordéis, com adequação técnica de seus conteúdos em forma de versos, foram construídas pelo poeta  cordelista Rui Vieira.

Jornada
      A 1ª Jornada se constituiu, conforme disse Anna Karla, em um evento de discussão a nível nacional sobre a implementação da saúde do trabalhador e trabalhadora a nível nacional, estadual e municipal. Durante os três dias, as discussões temáticas foram pautadas sobre a saúde do trabalhador, controle social e realidades nacionais referentes à inserção dessa politica.


Texto: Ascom CERES-CG

COORDENADORA DO CEREST-CG PARTICIPA EM BRASÍLIA DA 1ª JORNADA NACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR E DA TRABALHADORA

     
     A coordenadora do Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador de Campina Grande – CEREST-CG, Anna Karla Souto Maior, participa em Brasília (DF), no período  de hoje (18) ao próximo dia 20, da 1ª Jornada Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora.  Anna também é conselheira da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador – CIST-CG.
   Segundo Anna Karla, a participação do CEREST-CG na Jornada é de grande importância, tendo em vista que o evento abrirá novos horizontes para discussões acerca da saúde do trabalhador e da trabalhadora, repassando mais responsabilidade para a  empresa no tocante à prevenção das doenças de seus empregados. O evento é uma iniciativa do Conselho Nacional de Saúde (CNS).
      Anna Karla acredita que a discussão do tema é de grande relevância “porque o empregado, muitas vezes, não entende que a empresa também é responsável nos cuidados com a saúde de seus empregados para evitar o adoecimento dos mesmos”, assinalou.
“Infelizmente existem diversas situações onde o trabalhador adquire a doença no trabalho e, por desconhecimento acha que é em casa que ele adquiriu tais problemas”, exemplifica Anna Karla.
     A 1ª Jornada pode mudar esse quadro, conforme disse a coordenadora do CEREST-CG,,  uma vez que norteia as discussões abrindo novos horizontes, incluindo nesse caminho o empregador, onde este vai passar a entender que a responsabilidade com a saúde do funcionário também é do patrão.
       Estão sendo tratados no evento os seguintes temas: a crise econômica e os impactos da reforma trabalhista na saúde; governança, pactuação e financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS); indicadores de saúde dos trabalhadores e trabalhadoras; desafios do controle social na defesa do direito à saúde; formação em saúde; observatório digital de saúde e segurança do trabalho; e pesquisas realizadas.

 Texto: Ascom CEREST-CG

Coordenadora do Cerest-CG participa da Conferência Estadual de Vigilância em Saúde

A coordenadora do CEREST-CG, Anna Karla Souto Maior, participa nesta terça (10) e quarta-feira (11), da Conferência Estadual de Vigilância em Saúde, que está sendo realizada no Espaço Cultural, em João Pessoa. O evento está sendo realizado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), junto com o Conselho Estadual de Saúde (CES) e conta com a presença de várias autoridades nacionais, estaduais, municipais, gestores, trabalhadores de saúde e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Após a abertura oficial na manhã desta terça-feira (10), foram realizados os trabalhos em grupo e às 17h e o lançamento do livro “Gestão do SUS na Paraíba”. O objetivo da Conferência é discutir as 2.280 propostas elaboradas durante as 57 conferências municipais, regionais ou de consórcio, que envolveram 1.710 pessoas e 216 municípios (98,86% dos municípios paraibanos), para propor a consolidação da Política Nacional de Vigilância em Saúde.

Das 2.280 propostas, serão elencadas 12 e eleitos 36 delegados para a Conferência Nacional, que será no período de 28 de novembro a 1º de dezembro, em Brasília. Dos 36 delegados, 18 são usuários do Sistema Único de Saúde (Sus); nove são trabalhadores de saúde e nove são gestores e prestadores de serviços.

O tema central das Conferências é “Vigilância em saúde: direito, conquista e defesa de um SUS público de qualidade”, tendo como eixo principal “Política Nacional de Vigilância em Saúde e o fortalecimento do SUS como direito à proteção e promoção a saúde do povo brasileiro”.

Logo após a abertura oficial, foram realizadas três mesas redondas: “Vigilância em Saúde: direito, conquista e defesa de um SUS público de qualidade”, com Dr. Pedro Ivo Sebba, da Anvisa;  “O olhar da Vigilância em Saúde para nortear as ações da Atenção em Saúde”, com a Dra. Jória Viana Guerreiro - Professora do Departamento de Promoção a Saúde, da UFPB e “Vigilância em Saúde na Paraíba – Avanços e Desafios”, com a secretária Claudia Veras.

Nesta quarta-feira (11), terá a plenária final e a escolha dos delegados.

Segundo Anna Karla, a Conferência de Vigilância em Saúde representa um espaço de extrema importância para analisar e sugerir diretrizes para a elaboração da Política Nacional de Vigilância em Saúde e o fortalecimento de ações de promoção e proteção à saúde.

Coordenadora do Cerest-CG lamenta dados divulgados pela Abrinq sobre trabalho infantil

Um dado preocupante sobre o trabalho infantil foi divulgado, nesta terça-feira (10), pela Fundação Abrinq. A Paraíba é o estado brasileiro com maior número de crianças e adolescentes, na faixa etária dos 10 aos 14 anos, em situação de trabalho infantil, o que corresponde a 8,9% da população nessa faixa etária. Para a coordenadora do Cerest-CG, Anna Karla Souto Maior, trata-se de uma realidade triste e preocupante.

A coordenadora do Cerest-CG, disse que é necessário desconstruir o argumento de que “é melhor a criança ou adolescente trabalhando do que estar nas ruas, exposto à criminalidade, à violência e às drogas”. Para Anna Karla, essa é uma realidade que atinge apenas as crianças e adolescentes de famílias carentes. Portanto, é necessário desfazer essa premissa.

Nos estados do Nordeste, segundo dados da Abrinq, essa realidade é mais dura ainda. Para Anna Karla, embora não exista trabalho infantil nas empresas formais se faz necessário que a sociedade tenha o comprometimento em observar além do visível, do óbvio. “É importante analisar em que áreas se concentram esses números para podermos estabelecer critérios e estratégias de enfrentamento”, frisou.

Anna Karla destaca ainda que além do trabalho doméstico, uma outra área que vem preocupando as autoridades com relação ao trabalho infantil é o da agricultura familiar. “O risco nesta situação para a criança é eminente, a fadiga, a desidratação e vários outros problemas comprometem o desenvolvimento destas crianças, até mesmo pela ausência de prática para lidar com ferramentas pesadas e situações adversas à sua idade”, destacou a coordenadora do Cerest-CG.

Além de ficar na pior posição nacional quanto ao trabalho infantil na faixa etária entre os 10 a 14 anos, a Paraíba ocupa a quarta pior colocação, quando se comparam os números de crianças e jovens ocupados entre 5 e 17 anos. Nesse caso, 6,6% das pessoas dentro dessa faixa etária exercem atividades de exploração ao trabalho infantil.

Analfabetismo – A pesquisa mostra também que 17,1% da população paraibana com mais de 15 anos é analfabeta. Esse percentual deixa o Estado entre os cinco do País com maiores índices de analfabetismo, ficando atrás do Alagoas (20%), Maranhão (18,8%), Piauí (18,2) e Ceará (17,3%).

Trabalho infantil no Brasil

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2015, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2,7 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos estão em situação de trabalho infantil. Desse total, 412 mil tem apenas de 5 a 13 anos de idade, em que é totalmente proibido qualquer tipo de trabalho, sendo que 267 mil deles em atividades agrícolas, muitas das quais relacionadas entre as piores formas de trabalho infantil. Na faixa etária dos 14 aos 17 anos, são 2,2 milhões.

Sem equipamentos de proteção, coveiros enfrentam riscos em cemitérios

A rotina dos coveiros e demais profissionais que atuam nos cemitérios não é cercada apenas de histórias tristes e de despedidas, mas de compostos que agem silenciosamente em decorrência da decomposição dos corpos e que podem ocasionar danos à saúde.

É comum ao adentrar em cemitérios, constatar que alguns destes profissionais trabalham sem nenhum tipo de proteção, o que os deixam expostos a perigos constantes e invisíveis a olhos nus. As irregularidades são inúmeras na atuação destes profissionais e muitas vezes, eles próprios desconhecem seus direitos.

E por desconhecerem seus direitos, chegam a trabalhar sem a utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), materiais que são de uso obrigatório. Estes profissionais, costumam fazer sepultamentos, exumações, limpeza dos túmulos com mãos e pés desprotegidos.

Muitas vezes, estes profissionais sequer utilizam fardamento adequado e repetem o uso destes sem passar pelos devidos asseios, quais sejam lavar e secar enquanto fazem uso de outro fardamento reserva.

É indiscutível que trata-se de uma profissão fúnebre, porém digna e honesta. Por seu zelo e préstimo à entes desconhecidos, são profissionais merecedores de todo reconhecimento por parte da sociedade. No entanto, a realidade é outra e tem despertado preocupação em órgãos fiscalizadores que tratam da Saúde e Segurança de trabalhadores. Os profissionais que trabalham em cemitérios estão sob riscos constantes, riscos biológicos e ergonômicos. No entanto, seus empregadores, em geral gestores municipais, parecem alheios a esse problema.

Os ambientes de cemitérios são semelhantes aos aterros sanitários, uma vez que em ambos os lugares são enterrados materiais orgânicos e inorgânicos. E pior, os corpos enterrados podem carregar bactérias que colocam em risco a saúde humana e o meio ambiente. Afinal, após a morte, o corpo entra em decomposição e libera substâncias tóxicas.

Técnicos de Segurança no Trabalho do Cerest-CG promovem palestras na Cavesa durante SIPAT

Os técnicos de segurança no trabalho do Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador (CERST-CG), Wanderlan Waldez (advogado) e Maria Gloriete (assistente social) participaram como palestrantes da Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPAT) da Cavesa, no último dia 26. O convite foi feito pela direção do órgão, objetivando à prevenção de acidentes de trabalho, bem como, a promoção da saúde dos seus funcionários.

Na oportunidade, os técnicos abordaram os temas: Relações Humanas no Trabalho, ministrado pelo assessor jurídico, Wanderlan Waldez e Direitos em Saúde, Trabalhistas e Previdenciários, ministrado por Gloriete.

A coordenadora do CEREST-CG, Anna Karla Souto Maior, disse que os técnicos da unidade de saúde do trabalhador constantemente estão sendo convidados pelas empresas de Campina Grande e região para proferirem palestras acerca segurança do trabalho. “Nós sempre colaboramos com as empresas nesse sentido. Nossa intenção é prevenir, orientar e ajudar nessa relação e conhecimento sobre temas que abordem a segurança e a saúde do trabalhador”, frisou.

As palestras proferidas pelo CEREST-CG nas empresas e em outros espaços, entende Anna Karla, são de grande relevância, uma vez que ajuda a prevenir os acidentes de trabalho, bem como desperta nos trabalhadores a consciência destes usarem os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

Cerest-CG participa de oficina de prevenção e erradicação do trabalho infantil em Monteiro

O Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente na Paraíba (Fepeti/PB), promoveu no último dia 27, na cidade de Monteiro, uma oficina sob a temática: Trabalho Infantil e Rede de Proteção. O evento contou com a participação do Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador (CEREST-CG) e do Centro de Referência Estadual de Saúde do Trabalhador, sediado em João Pessoa.

A oficina de grande relevância para a discussão da problemática do trabalho infantil, reuniu representações de vários órgãos, instituições e secretarias dos municípios que formam a 5ª Região do Cariri Ocidental, tais como:, Camalaú, Caraúbas, Congo, Coxixola, Gurjão, Monteiro, Ouro Velho, Parari, Prata, São João do Cariri, São João do Tigre, São José dos Cordeiros, São Sebastião do Umbuzeiro, Serra Branca, Sumé e Zebelê.

O CEREST-CG participou do evento para mostrar a importância das ações preventivas aos municípios, bem como fazer um apelo para que os mesmos, através de seus serviços tenham um olhar especial no que se refere à notificação dos casos de TI e assim “podermos desenvolver algum trabalho de intervenção”, explica Anna Karla Souto Maior, coordenadora do CEREST-CG.

Para Anna Karla, as discussões em torno do combate ao trabalho e erradicação infantil é importante, porque ajuda a fortalecer a luta que vem sendo desenvolvida pelas entidades que estão à frente da causa. “A participação direta dos municípios, no repasse das informações a respeito dessa problemática, contribuiu diretamente com o CEREST a promover ações de intervenção para prevenir e combater o TI que prejudica milhares de crianças em nosso Estado”, afirmou.

Segundo estatísticas do FEPETI, milhares de crianças e adolescentes são vítimas de acidentes e adoecimento do trabalho precoce, com alguns casos de mortes e mutilações. “Prevenir e combater o trabalho infantil em todas as suas formas é um direito do Estado, através das políticas públicas gerenciadas pelas instituições e órgãos envolvidos diretamente com este processo. O trabalho precoce prejudica o desenvolvimento físico, psíquico e moral de crianças e adolescentes, além de provocar a evasão escolar e a exclusão social”, frisou Anna Karla.

De acordo ainda com a coordenadora do CEREST-CG, existem várias formas do trabalho infantil, sendo as mais conhecidas: venda de jornais e revistas; exploração sexual (a pior forma), venda de balas e outros produtos nos semáforos e dentro dos transportes coletivos, lavar carros e engraxar sapatos, atividades domésticas, fazer malabarismos e limpar para-brisas nos  Semáforos, além de acompanhar os pais na catação de materiais recicláveis e no trabalho da  agricultura.
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