CEREST-CG REÚNE PARCEIROS PARA DEFINIÇÃO DE ESTRATÉGIAS DO “ABRIL VERDE” - 2018


Coordenadores e técnicos do Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador de Campina Grande/PB, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Saúde, estiveram reunidos na tarde da última quarta-feira, 13, com parceiros de instituições, entidades sindicais e outras representações de trabalhadores para discussão de estratégias acerca do evento Abril Verde – Edição 2018.

Entre os pontos debatidos ficou acertada a criação de comissões de trabalho para facilitar a metodologia de execução do referido evento, que faz parte da campanha realizada pela Secretaria Municipal de Saúde, durante o mês de abril, como prevenção aos riscos de acidentes de trabalho.

Na oportunidade foi sugerido que o Projeto de Lei, alusivo ao Abril Verde, já encaminhado à Câmara Municipal, seja instituído oficialmente no calendário de eventos da Cidade.

De acordo com informações da coordenadora do  CEREST-CG, Anna Karla Souto Maior, a programação desenvolvida pelo órgão no mês de abril, vem crescendo a cada ano, no entanto, ela acha necessária mais adesão da sociedade civil organizada.
“A cada ano buscamos novas parcerias para fortalecer ainda mais o movimento, pois, sem dúvida, é uma oportunidade para alertar os trabalhadores e empregadores quanto à importância da prevenção de acidentes de trabalho”, enfatizou Anna Karla.

  
MUNICIPIOS DA 2ª MACRORREGIÃO DA PB SERÃO ENVOLVIDOS NA CAMPANHA ABRIL VERDE - 2018


A programação alusiva ao Abril Verde, a ser realizada pelo CEREST-CG, em 2018, será fortalecida com a adesão dos municípios de Lagoa Seca e Queimadas, através do Serviço Especializado em Saúde e Segurança do Trabalhador – SESST. Nestes municípios serão desenvolvidas ações de promoção, prevenção e assistência junto aos trabalhadores da limpeza pública (garis).
Esta ação, conforme explicou a coordenadora do CEREST-CG, Anna Karla Souto Maior, será pioneira nos dois municípios, tendo em vista que esses  trabalhadores desenvolvem atividade considerada vulnerável, isto porque estão expostos de forma permanente e contínua, às doenças e outros agravos relacionados à saúde e segurança.

JUNÇÃO DO ABRIL VERDE COM O MAIO AMARELO

A novidade da programação do Abril Verde - edição 2018, segundo a coordenadora do CEREST-CG, Anna Karla Souto Maior, diz respeito à extensão da campanha Maio Amarelo, encabeçada pela Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP).

Anna Karla explicou que a extensão da programação à referida  campanha é necessária, uma vez que as estatísticas mostram um grande número de acidentes de trajeto envolvendo trabalhadores.
As ações se darão através de adesivagem nos principais semáforos da Cidade e palestras nas escolas, envolvendo alunos das escolas técnicas e profissionais do CEREST-CG.


Ascom – CEREST-CG


AÇÕES DE VIGILÂNCIA EM ST SÃO DESENVOLVIDAS EM EMPRESAS PELOS TÉCNICOS DO CEREST AO LONGO DESTE ANO


O Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador – CEREST/CG, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Saúde, através de parceria com Instituições de Ensino (universidades públicas/privadas e escolas técnicas), desenvolveu durante o ano de 2017, várias ações educativas, com destaque para palestras acerca da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – PNST.

Ao longo do ano, segundo a coordenadora do CEREST, Anna Karla Souto Maior, os técnicos participaram de nove  SIPATs-  Semana de Prevenção de Acidentes de Trabalho, em empresas como: SESI,  CAVESA, Correios, Aeroporto João Suassuna e supermercados, abordando temas como: acidente de trabalho, EPIs, LER/DORT, Direitos à saúde, previdenciário e trabalhista, assédio moral no trabalho, entre outros temas.

Outra ação de destaque, promovida pelo CEREST neste ano de 2017,  envolveu os técnicos e coordenadores  do  Centro de Referencia Regional em Reabilitação em  Saúde do Trabalhador – CERAST, com a extensão do Posto Avançado, objetivando capacitar os profissionais em notificação compulsória em saúde do trabalhador.  A unidade de saúde do trabalhador continua dando suporte aos profissionais do referido órgão.



O CEREST também acolheu alunos dos Cursos de Psicologia  da  Universidade Federal  da Paraíba – UFCG e de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas-  FCM. Depois de terem sido capacitados em Saúde do Trabalhador, os mesmos desenvolveram  ações direcionadas aos trabalhadores e usuários das  Unidades Básicas de Saúde da Família do Município UBSFs).

Segundo a assistente social do CEREST/CG, Maria Gloriete da Silva Paulo,  o trabalho de parceria é importante e necessário para que “possamos levar conhecimento acerca da PNST,  para os profissionais das demais instituições e empresas que desenvolvem  ações  voltadas à  saúde do trabalhador”, enfatizou.


Texto:  Ascom – CEREST-CG

Policiais recebem capacitação para combater o trabalho infantil

Iniciativa foi do TRT 13ª Região e do FEPETI-PB

Policiais militares da Paraíba foram capacitados para atuar no combate ao trabalho infantil. O curso foi realizado no mês de novembro passado, através de uma parceria entre o Tribunal Regional do Trabalho 13ª Região (TRT 13ª Região) e o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente na Paraíba (FEPETI-PB).

O projeto teve como objetivos sensibilizar e capacitar policiais militares para identificar crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil e fazer os devidos encaminhamentos; colaborar na melhor definição profissional do agente ou operador dos direitos humanos que atua diretamente na erradicação do trabalho infantil e na defesa do direito do adolescente trabalhador; envolver profissionais da rede de proteção da criança e do adolescente e no fluxo de encaminhamento.

Foram realizadas palestras e oficinas com os policiais militares do Estado, com profissionais de diversos órgãos que atuam com à prevenção e erradicação do trabalho infantil, como: TRT 13ª Região, Procuradoria Regional do Trabalho 13ª Região, Universidade Federal da Paraíba, FEPETI-PB e a Secretaria de Desenvolvimento Social de João Pessoa.

O curso compreendeu 16 horas divididas em 04 módulos, com os seguintes conteúdos: definição de trabalho infantil e piores formas, riscos e consequências do trabalho infantil, mitos sobre o trabalho infantil e rede de proteção e atendimento à criança e ao adolescente - identificação e atribuições. Haverá ainda oficina de metodologia e intervenção sobre combate ao trabalho infantil - notificação e outras providências.


Fonte: http://www.fnpeti.org.br

PROCURADORA DO MPT E PREFEITO DE QUEIMADAS SÃO HOMENAGEADOS DURANTE FÓRUM CONTRA O TRABALHO INFANTIL

     O I Fórum Municipal Contra o Trabalho Infantil: Desafios no Enfrentamento, foi realizado na manhã desta quarta-feira (22), na cidade de Queimadas/PB, de forma exitosa. O evento foi viabilizado através de uma parceria do Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador de Campina Grande (CEREST-CG) e as Secretarias de Desenvolvimento Social, Educação e Saúde da Prefeitura de Queimadas; Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego na Paraíba (SRTE).

         Antes de ser iniciada a programação, o Prefeito de Queimadas, Carlinhos de Tião e a procuradora do MPT,  Marcela de Almeida Maia Asfora, foram agraciados com a Comenda Defensor da Criança e do Adolescente. O evento sediada no Sindicato dos Trabalhadores Rurais do Município de Queimadas, foi aberto oficialmente com a palestra da procuradora  Marcela de Almeida, que explanou sobre A Importância da Atuação Integrada dos Órgãos de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente no Combate ao Trabalho Infantil.
       Trabalho precoce e suas consequências nas vidas das crianças e dos adolescentes, as piores formas do trabalho infantil, entre elas doméstico e a exploração sexual, foram destaques da palestra da Procuradora do MPT,  Marcela de Almeida. Ela fez uma alerta à sociedade no sentido de unir forças para  combater esta problemática que afeta milhares de crianças na Paraíba, no Brasil e no mundo.
       Vários outros temas voltados à situação do trabalho infantil foram abordados na oportunidade. Clóvis da Silveira Costa (auditor fiscal da SRTE),  abordou o tema: Prejuízos do Trabalho Precoce para a Saúde de Crianças e Adolescentes, destacando os efeitos negativos para as crianças e, por conseguinte, na fase adulta.
     Clóvis falou das condições precárias, equipamentos obsoletos e principalmente  das jornadas excessivas impostas às crianças e aos adolescentes, muitos deles vivendo em extrema situação de vulnerabilidade e de risco social.
         Durante sua explanação, a coordenadora do CEREST-CG, Anna Karla Souto Maior, chamou a atenção dos profissionais de saúde do município de Queimadas para a importância da notificação dos acidentes e outros problemas envolvendo crianças e adolescentes supostamente decorrentes de atividades laborais, sejam no ambiente urbano, doméstico ou rural. 
       Anna Karla apresentou a estrutura do CEREST e a funcionalidade de seus respectivos núcleos. Lembrou que órgão está à disposição para contribuir com ações voltadas a combater ou minimizar a problemática do trabalho infantil naquela região.
     Outras duas importantes palestras marcaram o evento. Anna Paula Batista dos Santos (técnica do PETI) falou da Importância da intersetorialidade no enfrentamento do trabalho infantil e Erivaldo Genuíno Lima (Coordenador Pedagógico do Município de Queimadas), abordou o tema: Os Impactos do Trabalho Infantil no Rendimento Escolar das crianças e dos adolescentes.

       Participaram do I Fórum Municipal Contra o Trabalho Infantil, profissionais de Saúde, da Educação e Desenvolvimento Social.  O evento foi prestigiado pelo coordenador do Fórum de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente na Paraíba (Fepeti), Dimas Gomes, além de representantes de outras instituições.

Texto: Ascom - CEREST-CG

FÓRUM MUNICIPAL CONTRA O TRABALHO INFANTIL ACONTECE NESTA QUARTA EM QUEIMADAS

O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Campina Grande (Cerest-CG), em parceria com as Secretarias de Desenvolvimento Social, Educação e Saúde da Prefeitura de Queimadas, Ministério Público do Trabalho (MPT), Superintendência Regional do Trabalho e Emprego na Paraíba (SRTE), realiza nesta quarta-feira (22), a partir das 7h30, no Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município, o I Fórum Municipal Contra o Trabalho Infantil: Desafios no Enfrentamento.

O evento tem como objetivo debater a situação do trabalho infantil, envolvendo intersetorialmente todas as equipes das Secretarias municipais de Desenvolvimento Social, Saúde e Educação para que juntas possam estabelecer critérios de constatação e notificação de casos de Trabalho Infantil e, consequentemente desenvolvam ações de intervenções para o enfrentamento desta problemática. O I Fórum Municipal Contra o Trabalho Infantil será voltado para os profissionais de Saúde, da Educação e Desenvolvimento Social.

A Coordenadora do CEREST-CG, Anna Karla Souto Maior, informa que o objetivo do fórum é debater a situação do trabalho infantil naquela região, para que as instituições e órgãos envolvidos com estas discussões, possam desenvolver ações de intervenções intersetoriais para o enfrentamento desta problemática.

PALESTRAS

O fórum tem como palestrantes: Clóvis da Silveira Costa (auditor fiscal da SMTE), que abordará o tema: Prejuízos do Trabalho Precoce para a Saúde de Crianças e Adolescentes; Marcela de Almeida Maia Asfora (Procuradora do MPT – Campina Grande), falará sobre A Importância da Atuação Integrada dos Órgãos de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente no Combate ao Trabalho Infantil; Anna Karla Souto Maior (Coordenadora do CEREST-CG), falará sobre O Papel da Saúde do Trabalhador no Contexto do Trabalho Infantil; Anna Paula Batista dos Santos (técnica do PETI) enfatizará a Importância da intersetorialidade no enfrentamento do trabalho infantil; Erivaldo Genuino Lima (Coordenador Pedagógico do Município de Queimadas), falará sobre Os Impactos do Trabalho Infantil no Rendimento Escolar das crianças e dos adolescentes.

PARAÍBA REGISTROU NOS ÚLTIMOS DOIS ANOS CERCA DE 80 MIL CRIANÇAS E ADOLESCENTES REALIZANDO TRABALHO INFANTIL

O trabalho infantil na Paraíba afetou nos últimos dois anos cerca de 80 mil crianças e adolescentes em todo o estado, segundo revela o coordenador do Fórum de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente na Paraíba (Fepeti), Dimas Gomes. O número corresponde ao período de 2015 a 2016 e inclui a faixa etária de crianças e adolescentes com idades de 5 a 17 anos. 

Segundo Dimas Gomes, o número tem como base o levantamento de dados feito pela Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD). "É uma situação preocupante”, comentou, frisando que, apesar dos avanços voltados às políticas públicas e em campanhas de conscientização desenvolvidas durante os últimos anos, o enfrentamento ao trabalho infantil ainda é uma ação difícil”, destacou.


Texto: Ascom – CERESAT-CG

CEREST-CG E PREFEITURA DE QUEIMADAS PROMOVERÃO FÓRUM CONTRA O TRABALHO INFANTIL

       O Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador – CEREST-CG, em parceria com a Prefeitura Municipal de Queimadas, Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Superintendência do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), realizará no dia 22 do corrente mês, o I Fórum Municipal Contra o Trabalho Infantil: Desafios no Enfrentamento.
       O evento, que se reveste da mais alta relevância, segundo a coordenadora do CEREST-CG, Anna Karla Souto Maior, tem como objetivo debater a situação do trabalho infantil naquele área geográfica, uma vez que as estatísticas mostram ser o Município um dos que apresentam o maior quantitativo, no âmbito do Estado, de crianças realizando algum tipo de atividade não permitida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
           A partir do Fórum, que acontecerá no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Queimadas, as entidades envolvidas nas discussões, desenvolverão ações de intervenções intersetoriais para o enfrentamento da problemática do trabalho infantil.
     O fórum tem como palestrantes: Clóvis da Silveira Costa (auditor fiscal da Superintendência do Trabalho e Emprego - STE), Anna Karla Souto Maior (Coordenadora do CEREST-CG), Anna Paula Batista dos Santos (técnica de Referência Estadual das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil - PETI), Erivaldo Genuino Lima (Coordenador Pedagógico do Município de Queimadas), além de um representante do Ministério Público do Trabalho (MPT).
      Serão abordados temais tais como: Os Impactos do Trabalho Infantil no Rendimento Escolar das crianças e dos adolescentes, a Importância da intersetorialidade no enfrentamento do trabalho infantil, prejuízos do trabalho precoce para a saúde das crianças e adolescentes e as ações do CEREST-CG voltadas para a problemática do trabalho infantil na 2ª Macrorregião de Saúde, composta por 7º municípios, incluindo Campina Grande.          



 Texto: Ascom - CEREST-CG

Laudo revela causa da morte de trabalhadores em poço no Cariri

Quase dez meses depois, os peritos do Instituto Técnico de Polícia Cientifica da Paraíba (IPC) divulgaram o laudo com a conclusão das investigações sobre a morte de quatro pessoas dentro de um poço amazonas na zona rural de Barra de São Miguel, no Cariri paraibano.

O  (IPC  concluiu que a morte de quatro trabalhadores em um poço artesiano, em janeiro de 2017 no município de Barra de São Miguel, Cariri paraibano, ocorreu por falta de oxigênio. O laudo aponta que houve uma decomposição de matéria orgânica na água produzindo gases que expulsaram o oxigênio, causando asfixia nas vítimas. No laudo, divulgado nesta quarta-feira (26), os peritos responsáveis pelos exames encontraram cerca de 3,4% de oxigênio no local e onde o limite mínimo é de 19%.

No dia 12 de janeiro, quatro pessoas morreram e outras quatro foram socorridas se sentindo mal, depois de entrarem em poços na zona rural de Barra de São Miguel. As vítimas estavam fazendo uma limpeza nos poços quando tiveram um mal estar

De acordo com o documento, o que provocou as mortes foi a emissão de um gás formado a partir de uma reação química da decomposição de matéria orgânica como folhas e animais mortos.

No dia 12 de janeiro deste ano, quatro homens morreram e quatro foram socorridos em um poço artesiano de Barra de São Miguel, levados para o Hospital de Trauma de Campina Grande. Uma das vítimas, Luciano Costa, disse que não lembra de nada, apenas de ter corrido para ajudar e ter inalado um gás que o fez perder a consciência e quando acordou já estava no hospital.

Segundo as informações do Corpo de Bombeiros de Campina Grande, os poços têm cerca de 10 metros de profundidade. “O poço tem aproximadamente 10 metros e quando se está fazendo alguma atividade por longo período é comum faltar oxigênio. E se a pessoa não sair em tempo hábil vai perder a consciência”, disse o sargento Eugênio.

Segundo as informações do Corpo de Bombeiros de Campina Grande, os poços têm cerca de 10 metros de profundidade

Redação pbagora.com.br


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